quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O Operário em Construção (trecho)

"Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão."

(Vinicius de Moraes)

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

DEDICADO CORAÇÃO


Quando forte a amizade resiste,
Tudo enfrenta e pode superar,
Sei que razão não me assiste
...Se pretender algo mais alcançar.

Se o meu coração ainda insiste
E muito carinho deseja te dar,
É para que jamais fiques triste,
Sabendo poder comigo contar.

Quem te quer bem não desiste,
Não reclama nem vai lamentar,
A felicidade também existe
Ao dar amor sem nada esperar

Perdoe

Como é triste a vida de quem não sabe perdoar. Isto leva a erros terríveis. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa lhe ter feito mal. Talvez se olhar com cuidado, verá que há sempre um “cheque” escondido em todas as adversidades da vida.

domingo, 17 de novembro de 2013

Nessa onda vem teu amor

Na praia da tua reflexão,
olhas o horizonte sem fim,
tuas mãos afagam a areia
como se fosse o meu corpo,
pulsando forte o teu coração
e teus pensamentos ardentes
vêm até mim, permanentes.

Teu olhar sempre no mar
que te chama e nessa onda
abraças e beijas
como uma lembrança
do teu amor
que chegará até mim
neste sonho concretizado
em felicidade prometida
e agora consumada!

José Manuel Brazão

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Princesa, Caçadora e Loba

Depois de certo tempo deixei de me encantar por falsos príncipes... Aprendi a identificar lobos em pele de cordeiro e passei a não me iludir mais com a lábia de certos caçadores... Porque hoje em dia a princesa sou eu, a caçadora sou eu e a loba também sou EU !!!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Olhe Bem

“Quando uma porta se fecha, outra se abre; acontece que olhamos tanto tempo para a porta fechada que deixamos de ver aquela que se abriu.”

Helen Keller